O corpo como tela. Cor, tinta, suor — uma explosão sensorial.
Em Sexual Colors, Gabriel abandona o retrato direto e se volta para o corpo como suporte pictórico. Tinta, pigmento e água escorrem sobre a pele — a sensualidade está na intensidade das cores, não na nudez.
A série é simultaneamente fotografia e pintura. O registro do instante em que a tinta encontra o corpo, se mistura, e desenha no ar uma coreografia efêmera.