Entre perda de contato e desejo de encontro. Pandemia, névoa, fricção.
SÓ-M-ÒS nasce no isolamento pandêmico. A pandemia tornou o contato físico um ato de memória — a imagem turva sugere tudo o que se perdeu e o que ainda pode ser reencontrado.
A série é um inventário afetivo. Corpos que se buscam, que se roçam, que se dissolvem. Uma ode à proximidade em tempos de distância.